Tv Ecorural.com http://tvecorural.com O Canal do Meio Ambiente pt-br Copyright Azevedo. Todos os direitos reservados. <![CDATA[sfasdfsafas]]> 24 16:30:04/09/2009
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<![CDATA[Fazendas de Peixes são preparadas para receber licenciamento ambiental]]> 23 16:13:01/09/2009 Divulgação


Capacitação e consultorias marcam a atuação do Sebrae junto a esses empreendimentos.

Cursos de educação ambiental e consultorias em gestão ambiental. Essas são algumas das ações, que o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, através do Projeto de Piscicultura, realiza junto aos produtores que cultivam peixes em tanques rede e viveiros escavados no Estado.

Esse trabalho contribuiu para que quinze empreendimentos do setor aquícola estivessem aptos a receber a licença ambiental, que em nível estadual é concedida pela Secretaria de Meio Ambiente, Semar, obedecendo à legislação vigente, em consonância com o estabelecido pela Lei Federal que regula o licenciamento.

Os quinze empreendimentos atendidos pelo projeto do Sebrae no Piauí, que estão regularizados ou em fase de regularização, localizam-se nas cidades de Parnaíba, Ilha Grande, Luís Correia, Luzilândia, Teresina e Elesbão Veloso.

“Com a licença ambiental, as fazendas de piscicultura passam a não praticar a atividade na ilegalidade, o que as isenta de embargos por parte de entidades ambientais. Os embargos prejudicam bastante a produção de peixes, chegando muitas vezes a inviabilizá-la. Além disso, os produtores passam a ter acesso ao crédito oferecido pelas instituições financeiras para custeio e investimento fixo na atividade”, comenta o gestor do Projeto de Piscicultura do Sebrae no Piauí, João Pinheiro Júnior.

O licenciamento ambiental identifica a localização, construção, ampliação, instalação, modificação e operação de empreendimentos de piscicultura.

Conforme a legislação vigente, considera-se licenciamento ambiental o procedimento administrativo através do qual o órgão ambiental competente analisa a proposta apresentada para o empreendimento e a legitima, considerando as disposições legais e regulamentares aplicáveis e sua interdependência com o meio ambiente.

Existem três tipos de licenças necessárias para o funcionamento de um empreendimento: licença prévia, de instalação e de operação.

A Licença Prévia (LP) é concedida na fase preliminar, aprovando a localização e atestando a viabilidade ambiental do empreendimento. Na Licença de Instalação (LI) é autorizada a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações contidas nos planos, programas e projetos aprovados anteriormente. A Licença de Operação (LO) autoriza o funcionamento, após a verificação do efetivo cumprimento do que consta nas licenças anteriores.


Fonte: SEBRAE/PI



23 16:13:01/09/2009

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<![CDATA[A Alternativa dos Veículos Elétricos]]> 22 15:30:35/09/2009 Divulgação


As vantagens dos veículos elétricos sobre o consumo de combustíveis fósseis

Vários especialistas se reuniram no Primeiro Seminário Brasileiro Veículos Elétricos & Rede Elétrica (VER-2009) que aconteceu na Firjan, no Rio de Janeiro, para discutir sobre os impactos que a utilização dos veículos elétricos causará ao meio ambiente.

Os especialistas chegaram à conclusão de que os veículos elétricos causarão maior impacto na redução do consumo de combustíveis fósseis do que no aumento do consumo de energia elétrica.

“A recarga dos VEs poderá ser feita no período da noite, sem utilizar o horário de ponta e sem sobrecarregar a rede. A estimativa do consumo médio de um VE é de 3MWh/ano. Isso corresponde ao consumo de um aparelho de ar condicionado”, afirma Pietro Erber, diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE).

Uma estimativa apresentada por Pietro Erber, aponta redução de combustíveis fósseis de aproximadamente 5,5 milhões de tep (toneladas equivalentes de petróleo) em 2025.

O estudo ainda revela crescimento na procura por veículos elétricos híbridos e híbridos plug-in, estimativa de 6,6 milhões e 4,3 milhões de automóveis, em 2025.
A tecnologia é uma realidade e, segundo Arindam Maitra, gerente de projeto sênior do EPRI (Instituto de Pesquisa das Empresas Elétricas Americanas) e especialista em V2G (vehicle-to-grid ou veículo conectado à rede elétrica), “este é o tempo para começar o diálogo entre as concessionárias de energia e as empresas automotivas, senão ficaremos para trás”.

A eletrificação proporcionará diversos benefícios ao setor de transporte. As montadoras de automóveis de todo o mundo já desenvolvem VEs para reduzir a dependência do petróleo e das emissões de gases de efeito estufa, afirmou Maitra.

Apesar dos benefícios da tecnologia, como a diminuição da emissão de carbono, há outras preocupações a serem consideradas no projeto. A introdução de milhões de unidades móveis de recarga e descarga elétrica garante grandes desafios, uma vez que os VEs vão precisar ainda de um serviço de comunicação segura e confiável para acessar todas as fontes possíveis de informação sobre quando, onde e em quanto tempo estarão fazendo a recarga de energia.
Observando o desenvolvimento da tecnologia e a necessidade de desenvolvermos fontes renováveis de energia nota-se a importância de uma posição governamental que incentive o aumento do uso de veículos elétricos no país, reforçando a preocupação com o meio ambiente.

Fonte: www.inee.org.br


22 15:30:35/09/2009

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<![CDATA[Desmatamento no cerrado do Piauí.]]> 22 15:28:12/09/2009 Divulgação


Crimes ambientais ainda continuam sem punição.

Com uma das menores rendas per capitas do Brasil, o Piauí vem se destacando pela ação indiscriminada de desmatamento. Sendo uma das regiões com menos meios de geração de renda, pois integra, segundo IBGE (2009) os 20 municípios que estão entre os 35 mais pobres do Brasil em PIB ( Produto Interno Bruto) per capita.

A atividade de derrubada de árvores para carvoarias e demais fins tem se consumado de forma descontrolada, provocando sérios danos ao meio ambiente. Algumas denúncias já foram feitas ao Ministério Público contra produtores.

O aumento na quantidade de fornos de carvão no sul da região, nos municípios de Corrente, Parnaguá e Cristalândia, entre outros, só comprovam o quanto o ecossistema nessa região do Piauí está sendo seriamente agredido.

O disparado desmatamento vem da cadeia produtiva do setor siderúrgico e ainda não houve punição para os culpados relacionados aos crimes ambientais praticados.

A denúncia está ligada ao crime de desmatamento ilegal, com o uso de mão-de-obra escrava e infantil. O que torna o crime ainda maior.

Fonte: Isto é Piauí


22 15:28:12/09/2009

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<![CDATA[Desmatamento da Floresta Amazônica]]> 22 15:26:57/09/2009 Divulgação


Substiuição de floresta por pasto e plantação da soja provoca prejuízos ao meio ambiente

A Floresta Amazônica possui 60% de sua cobertura em território brasileiro, devido aos fatores locais, nacionais e internacionais o desmatamento vem crescendo na Amazônia, principalmente inserindo no bioma natural amazõnico plantações de soja.

É o caso do agricultor mineiro Cássio Barbosa, ele diz que ao chegar na Amazônia nos anos 80 era preciso desmatar no mínimo 50% da fazenda para conseguir fica com a terra, mas como o mesmo ja tinha experiência sobre o assunto sabia que não era o certo, ja que em seu estado isso prejudicou a produtividade das terras.

"Como nós viemos de uma região que praticamente assolou (a vegetação), que foi Minas Gerais, nós já chegamos aqui com esse conhecimento. Por isso a gente ainda mantém os 70% de mata nativa na propriedade", afirma Cássio Barbosa, o qual possui uma fazenda de 500 hectares.

Ele acredita que o crédito é fundamental para que a agropecuária se desenvolva, e não haja mais destruição."Sem financiamento, fica muito difícil recuperar as terras para plantar ou criar gado de novo, principalmente para nós que vivemos de agricultura familiar", diz.

O vice-presidente da Federação de Agricultura do Estado do Pará, Diogo Naves, admite que a chegada dos fazendeiros na Amazônia se deu pelo descuido com as terras em outros estados."Eu, por exemplo, sou de Goiás, e minha família sempre teve fazenda lá. Mas as terras ficaram esgotadas e, por isso, as novas fronteiras foram abertas na Amazônia", disse.

Diego Naves acrescenta que esse ciclo de exploração pode ser evitado na Amazônia. "Antigamente, era muito caro para recuperar a terra", afirmou. "Hoje, custa mais ou menos R$ 3 mil por hectare na Amazônia para tratar a terra, mas naquele tempo era pelo menos cinco vezes mais, o que tornava a recuperação inviável."

(Fonte: Estadão Online)
Fonte: Wikipédia e ambinte Brasil



22 15:26:57/09/2009

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<![CDATA[Coala se torna símbolo de esperança.]]> 22 15:25:30/09/2009 Divulgação


O coala Sam sobrevive a incêndio, mas morre depois de alguns meses.

O coala Sam foi resgatado em meio a um incêndio florestal na Austrália há seis meses, consegui fazer com que o coração muitas pessoas no mundo inteiro. Mas sua luta pela sobrevivência foi perdida nesta quinta feira.

Depois de ser filmado por um bombeiro voluntário, ao beber uma garrafa de água mesmo estando gravemente ferido, este animal que encontra-se em extinção, ése tornou o símbolo de esperança aos sobreviventes do pior incêndio florestal ocorrido na Austrália, que matou cerca de 173 pessoas e destruiu mais de 2.000 moradias, deixando 7.500 pessoas sem casa.

Depois de alguns meses de seu resgate, deste incêndio que teve resultados catastróficos, o coala Sam foi diagnosticado com um cisto relacionado à doença devastador clamídia, que tem devastado a população de coalas na Austrália.

O pequeno coala de 4 anos, fez uma cirurgia nesta quinta-feira para mover os cistos, mas John Butler, da clínica veterinária de Morwell, descobriu que Sam tinha sérias alteração em sua urina e no aparelho reprodutor que não davam para ser operadas.

"Infelizmente Sam teve de ser sacrificado. É muito, muito triste", disse à Reuters Peita Elkhorne, do escritório de advocacia TressCox, em nome do Abrigo de Animais Selvagens do Sul.

"Foi tão grave que não havia possibilidade de controlar sua dor".

A doença clamídia afeta 50 por cento da população de coalas da Austrália, apesar de não ser de conhecimento geral sobre como os coalas são infectados pela bactéria.

Os coalas vivem em média 14 anos, mas como estes marsupiais se encontram em extinção antes por causa da caça e hoje devido as queimadas nas florestas e a eliminação das árvores onde vivem, tanto por queimadas quanto por lenhadores. O que causa a transição desses mamiferos marsupiais para povoamentos ou cidades, onde omorrem atropelados ou caçados por cães, já que estes perdem sua casas e alimentos.



22 15:25:30/09/2009

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<![CDATA[A Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro.]]> 22 15:23:53/09/2009 Divulgação


A caatinga pode ser encontrada no nordeste brasileiro.

A caatinga é uma formação vegetal encontrada no semi-árido nordestino, no norte de Minas Gerais e sul do Maranhão e Piauí. A caatinga se faz presente na região Nordeste porque são locais com baixo índice de chuvas.

Uma das principais características desse ecossistema é a forte presença de arbustos com galhos retorcidos e com raízes profundas, este costuma perder sua folhagem para evitar a perda de água por evaporação na época de seca. O cacto conhecido como mandacaru pelos nordestinos e a bromélia também se destacam neste cenário de solo seco.
Pesquisadores alertam sobre os riscos para o meio ambiente da criação extensiva de gado na região, porque no período seco, o gado costuma se alimentar de mandacaru, um alimento rico em água que pode provocar perda na formação vegetal. Grande parte do Sertão nordestino sofre alto risco de desertificação devido à degradação da cobertura vegetal e do solo.

Além do consumo exacerbado de mandacaru, outros fatores contribuem para destruir a cobertura vegetal, prejudicar a manutenção de populações da fauna e flora silvestre, como a poluição e degradação dos mananciais e rios, as constantes queimadas e o desmatamento para a formação de pastos.

O bioma Caatinga é o maior e mais importante ecossistema existente na Região Nordeste do Brasil, ocupando praticamente 60% de sua área. Cerca de 20 milhões de pessoas vivem na região da Caatinga, em quase 800 mil km² de área.



22 15:23:53/09/2009

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<![CDATA[Mel do Piauí é destaque no cenário internacional ]]> 22 15:20:28/09/2009 Divulgação


Apicultores comemoram selo de qualidade.

O mel produzido no Piauí tem grande aceitação no cenário internacional. A produção não utiliza agrotóxicos, por isso recebeu o selo de produto orgânico, o que identifica e valoriza o produto. O Estado do Piauí é o 3º no ranking atrás apenas de São Paulo e do Ceará.
Segundo os dados do SEBRAE Nacional foram exportadas 10,59 mil toneladas de mel, o que gerou uma receita de quase US$ 26 milhões, com o preço médio do produto a US$ 2,43/kg nos primeiros quatro meses deste ano. No Piauí, esse valor ficou em US$ 2,31/Kg.

O produto é exportado para os Estados Unidos e para países da Europa. O Estado saltou para a terceira colocação devido às receitas das exportações terem aumentado em 30%. A perspectiva é que o mel aponte no cenário do agronegócio com melhor qualidade e beneficiando centenas de produtores.

Segundo o Secretário da SDR (Secretaria de Desenvolvimento Rural do estado do Piauí), Rubem Nunes, ainda este ano será inaugurado o CTA (Centro Tecnológico em Apicultura) na cidade de Picos, maior concentradora do produto no estado.

Em Picos, o setor está organizado em cooperativas como a CAMPIL, COAPI e CASA APIS (Central de Cooperativas de Apicultores do Semi-Árido) e agora com o Centro de Tecnologia em Apicultura, o agronegócio do mel passa a atrair também estudiosos, investidores e demais interessados em conhecer de perto a região produtora do “melhor” mel in natura.


22 15:20:28/09/2009

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<![CDATA[Itália apóia projeto turístico no Piauí.]]> 22 15:11:46/09/2009 Divulgação


Italianos firmaram parceria com o governo do Estado para investir no turismo rural e divulgar a rota do cavalo-marinho

O governador Wellington Dias (Piauí) recebeu representantes da Cooperação Italiana da Região Emiglia Romana, com sede em Florença, na Itália. O encontro consolidou o projeto de Apoio à Criação de Atividades Geradoras de Renda para Agricultores Familiares do Litoral piauiense.
O encontro teve como foco principal criar um sistema de turismo rural nas áreas dos municípios de Cajueiro a Praia e Ilha Grande de Santa Isabel, destacando a rota do cavalo-marinho que fica localizada nessas comunidades. O governador destacou que é de grande importância dar condições aos moradores de tirarem sua renda dessa atividade, aproveitando as potencialidades.

Segundo o coordenador de Relações Internacionais do governo do estado, Sérgio Vilela, a Itália entrará com um investimento de 120 mil reais e o Piauí com a capacitação dessas famílias na preparação para a atividade turística.

O turismo rural é pouco explorado no Estado, são poucos os projetos que investem nessa área. A rota do cavalo-marinho atrai pesquisadores e turistas que visitam a área. Destaca-se também o turismo ecológico e atrelado a esse novo projeto a auto-sustentabilidade que essa iniciativa pode trazer.


22 15:11:46/09/2009

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<![CDATA[Inspeção ambiental de veículos]]> 22 15:09:07/09/2009 Divulgação


Veículos da cidade de São Paulo fazem Inspeção Ambiental Veicular

O programa de Inspeção veicular ambiental teve início em 2007 em São Paulo. A finalidade é diminuir a emissão de gases poluentes pelos veículos registrados na cidade. A manutenção é feita para que todos os automóveis mantenham suas emissões dentro dos padrões recomendados pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).

Em 2009 passarão pela inspeção todos os veículos diesel, todas as motos (exceto as de 2 tempos) e também os carros movidos a álcool, gás ou gasolina registrados na cidade de São Paulo entre 2003 e 2008.
Essa medida é de extrema importância para a essa metrópole como também para qualquer outra capital, porque ajuda a melhorar a qualidade do ar e conseqüentemente a preservação ambiental. A poluição do ar em São Paulo é responsável por 10% das mortes de idosos, 7% da mortandade infantil e 15 a 20% das internações de crianças. As variações da poluição atmosférica pioram ainda mais a qualidade de vida dos moradores e diminuem em média a expectativa de vida dessas pessoas em um ano e meio em relação a pessoas que moram em cidades de ar mais limpo.
No estado do Piauí, a inspeção veicular ambiental não é uma realidade, os veículos que trafegam no estado, a maioria deles, continua emitindo a cada instante gases de efeito estufa que contribuem para o agravamento da poluição ambiental.


22 15:09:07/09/2009

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<![CDATA[Cânion do Rio Poty ainda é um cenário desconhecido]]> 22 15:06:36/09/2009 Divulgação


A falha ecológica causada pelo rio que nasce no Ceará e corta essa fenda gerou uma grande atração, ainda pouco explorada.

Delta do Parnaíba, Cajueiro da praia, os sítios arqueológicos em São Raimundo Nonato, a Serra da Capivara, o artesanato do pólo cerâmico do Poty, a opala de Pedro II, as belezas de Castelo do Piauí e inúmeras outras atrações que o Estado possui podem ser comparados às belezas encontradas no Cânion do Rio Poty. A 180 km de Teresina, o acesso principal à área é feito pela cidade de Castelo do Piauí. A falha ecológica causada pelo rio que nasce no Ceará e corta essa fenda gerou uma grande atração, ainda pouco explorada.

O cenário proporciona desvendar boa parte da história do Piauí. As inscrições rupestres esculpidas em baixo-relevo nas pedras das encostas permitem aos pesquisadores que visitam e aos pescadores que moram na região conviver diariamente com uma enciclopédia a céu aberto. Esse paraíso desconhecido é para os visitantes e amantes da natureza uma chance de desfrutar uma paisagem ainda preservada.

A cachoeira da Lembrada dá início ao médio cânion, marcado por corredeiras e paredões de até 60m que permite aos amantes de aventuras praticarem o rapel, trilhas, canoagem e acampamentos. Todas essas belezas que o lugar exibe não têm proteção por lei, o incentivo à visitação é feito pela prefeitura da cidade de Castelo do Piauí e moradores da área.



22 15:06:36/09/2009

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<![CDATA[Queimada e desmatamento no Piauí: Cerrado seriamente ameaçado]]> 22 15:02:35/09/2009 Ibrahim Moura


Mesmo constituindo-se crime ambiental, as queimadas continuam acontecendo em Teresina e nos municípios

A queimada e o desmatamento de grandes áreas fora da estação, por fazendeiros, posseiros para promover agricultura e pastagens são as maiores ameaças aos ecossistemas do cerrado. No Piauí, a baixa umidade relativa do ar, somado a velocidade dos ventos e período de estiagem são ingredientes perfeitos para um iminente perigo: os incêndios, que se intensificam em Teresina e municípios do Estado neste período. O cerrado do Piauí está catalogado desde 1999 para conservação da biodiversidade brasileira como área N.º 113 conforme determinação do IBAMA.

As Unidades de Conservação (UCs) no Brasil, entre estas as Estações Ecológicas, onde são permitidas somente: alterações para restauração de ecossistemas modificados, manejo de espécies para preservar a biodiversidade, coleta para fins científicos e pesquisa cientifica com impacto restrito. A Agência Ambiental Brasileira determinou como zona de amortecimento toda a área em um raio de dez quilômetros em volta das UCs, onde qualquer atividade que possa afetar a biota deve ser licenciada pelo órgão competente. Mas um cenário diferente do que está protegido na lei se mostra: desmatamento e queimadas continuam acontecem dentro da ESECUU e, ainda mais intensamente, na zona de amortecimento.

A falta de informação por parte da população ainda é um dos fatores mais agravantes que culmina com altos índices de queimadas na região. No último sábado à tarde, no bairro Três Andares, num raio próximo à residências, um incêndio quase provocou sérios desastres, a rápida propagação dos focos provocaram uma nuvem espessa de fumaça preta que poluiu rapidamente o ambiente.
A fumaça preta proveniente das queimadas aumenta a poluição e os riscos para a saúde, além de contribuir para o agravamento dos problemas climáticos. O incêndio criminoso ou acidental tem aumentado nos últimos dias. Segundo o coordenador do PREVFOGO do IBAMA, as queimadas feitas pelos agricultores familiares devem obedecer às leis ambientais e regras de manejo correto. O IBAMA disponibiliza uma cartilha informativa para orientar sobre os riscos de incêndios e formas corretas de atear fogo,para que esse crime contra a flora e a fauna não se repita. Os animais que fogem dos incêndios migram para outros lugares, provocando desequilíbrio entre as espécies, alertam especialistas.



22 15:02:35/09/2009

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